sábado, 3 de setembro de 2011

x-files

Num destes dias de sol, dirigímo-nos à praia de água d'alto mas não conseguimos lugar de estacionamento.
Aí, o meu filhote, muito surpreendido, diz-nos:
-Mas como não há lugar? Tem tão pouca gente na praia!

Até meu filho reparou neste fenómeno x-files.
Eu cá não faço a mínima.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

relax...

Não há neste mundo, nada nem ninguém mais importante que o meu filho, mas quando ele me diz que não quer ir à praia comigo, porque tem de ir ao ATL jogar com os amigos, não caibo em mim de contente por saber que, a minha única preocupação na praia, será manter o bronze minimamente uniforme.

E hoje o dia esté tão, tão lindo...

terça-feira, 2 de agosto de 2011

quebra de protocolo

O meu filho desconhecia o protocolo dos banhistas de praia.
Depois de muito brincar com as ondas, dirige-se a mim, com a mão nos calções, a fazer pinça sobre a pilinha e diz-me:
- Mãe, quero ir à casa de banho.
Afastados de qualquer W.C., disse-lhe logo:
- Oh filho, faz na água. Podes fazer, isto não é a piscina. Aqui tem muita, muita água.
Muito contrariado, lá foi ele em direção ao mar, mas pára justamente onde as ondas morrem, baixa os calções, saca da pilinha para fora e começa a fazer chichi para a borda de água... como se estivesse a fazer contra um muro...

segunda-feira, 11 de julho de 2011

hell

Às vezes, apercebo-me das diferenças na educação que o meu filho tem, da educação que eu própria recebi, através de conversas como esta que ele teve com a minha afilhada, sua prima:
- ... e aquele era o fantasma do inferno!
- o que é o inferno?
- o inferno é o sítio onde as pessoas morrem.

No meu tempo, com esta idade, o Inferno era uma arma frequentemente utilizada para nos impedir de fazer certas coisas que os pais não queriam que fizéssemos ou mesmo para nos transmitir valores com a pena de, se não fossem cumpridos, irmos direitinhos para o inferno.
Agora, nem sabem o que isto é.
E não lhes faz a mínima falta.
E a mim, também não!

leite

Num momento de "faz de conta", meu filho pega num brinquedo e finge que é um telemóvel e que está receber uma chamada:
- Sim? Vocês querem que eu forneça leite de pokêmon caç'am? Mas não tenho nada aqui comigo!... Vou ver o que posso fazer, mas é muito leite de pokemón caç'am. Não sei...

E desligou!
...
- Mãe, eram uns amigos meus. Queriam que lhes entregasse leite de pokémon caç'am. Eu é que sou o fornecedor.
- Oh filho, eu não sabia que os pokémons caç'am eram meninas!
- Oh mãe, que tolice. Não são. São rapazes.
- Mas filho, os machos não dão leite. (cof cof). Só as fêmeas. (neste momento, eu já estava a suar frio só de pensar que o meu menino estava a perder a inocência)
- Mas estes dão porque são muito raros.
- Mas como se não têm maminhas?
- Mãe, não dão pelas maminhas. Eles vomitam leite!

Vomitar leite... é tudo uma questão de perspectiva.

sábado, 25 de junho de 2011

milk

Estou convicta que, se eu comprar uma vaca leiteira e metê-la no meu quintal, recuperarei o dinheiro investido num instante, pelo simples facto de deixar de comprar pacotes de leite.
É que o meu rapazola bebe leite "na cabeça de um tinhoso".

quinta-feira, 9 de junho de 2011

enjoos

A minha dearest prima está grávida e todas as manhãs anda a enjoar.
Vomita água.
Que se mantenha assim, sempre à mesma hora e controlado entre 4 paredes: as do W.C.
A minha gravidez foi, até aos 4 meses, prolífera nos vómitos.
E não se limitava à casa de banho.
Eu trazia sempre na mala uns sacos de plástico porque vomitava muito. Até tive de encostar o carro na via rápida para vomitar.
Era uma cena bem triste de se presenciar.
Chegava a vomitar 4 a 5 vezes por dia e para o final, sentia a minha garganta como que queimada de tanto suco gástrico que decidia sair.
Depois deste tempo, os enjoos cessaram e o apetite que sempre tive, fez-me engordar e bem: 20 Kgs!
Ou seja, terminei a gravidez com uns míseros 95 kgs.
Parecia um planeta!
E sentia-me como um.